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onde houver a chama de uma vela, não haverá trevas
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DRACULINA

Queria fazer um poema que falasse ao coração.
Nestes versos diria à alma o quanto a amo.
Na alma deste alguém escreveria palavras de amor.
Um amor que seria refém de uma paixão calorosa.
Nos versos que farei, direi ao homem amado
O quanto serei carinhosa, amorosa
e o tanto que será mimado.
Mas este alguém aqui não está.
Não sei quem é, nem quando chegará.
O ser que a luz dos meus dias será.
Sou prisioneira de um amor.
Sem dono, sem rosto, sem nome.
Mas tudo vai bem...
O amor é um jogo de sangue, carne e dentes.
I´ll wait for you. And sky continous shyne.
L. F.
08/01/1999
ilustração: Luis Royo |
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edição :: R2/D2
janeiro, 2003