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onde houver a chama de uma vela, não haverá trevas
sem nome
|
ilustração: Luís Royo |
Entre o Sol que vejo
E a Lua que almejo
Eu te encontro a todo momento,
Em cada pensamento.
Do instante em que levanto
Ao momento em que me deito,
Eu te vejo em reflexo perfeito.
Quisera que o dia
tivesse mais tempo
E a Lua mais brilho
E o céu mais estrelas
E que em meu coração
coubesse mais amor
Para que eu pudesse amar
Não só a mim ou a ti,
Mas a todos que me cercam.
De amar nada entendo.
Apenas percebo
em mim o sentimento
da lua cheia em meu peito,
do sol brilhando no tempo,
da alma solta, contente
e livre como rajada de vento. |
L. F.
26 | 03 | 1997
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edição :: R2/D2
janeiro, 2003