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     notícia: antropo-arqueologia

       
     A BIBLIOTECA DE CRISTAL DO EQUADOR
      03/12/2006

 

ESQUERDA: Stan Hall (dir.) na expedição de 1976 - em busca da Biblioteca de Cristal. | ESQUERDA: A caverna de Tayos, uma das entradas para os subterrâneos do Equador.

 

Metal and Crystal Library é um sistema de túneis e cavernas situadas entre o Equador e o Peru que, segundo as tradições místicas, guarda um precioso tesouro de artefatos; entre eles, uma fantástica biblioteca de livros de pedra e tábuas de cristal.

Em 1973, Erch von Daniken, autor de sucessos editoriais como Eram os deuses astronautas e Chariots of the Gods (Carragens dos Deuses?), afirmou que havia entrado em um sistema de túneis gigante no Equador cuja extensão atravessava todo o continente; certamente uma evidencia de que nossos ancestrais eram possuíam tecnologias de engenharia muito avançadas. Seriam extraterrestres? É o que Daniken vem perguntando há décadas.

Estes subterrâneos abrigravam uma estrutura semelhante a uma casa onde havia uma biblioteca cujos livros eram feitos de metal. Hoje, aquela região do Equador, é habitada por nativos de cultura primitiva que não possuem lingugem escrita. Postula-se, então, que ali, no passado, viveu uma civilização muito antiga.

Juan Moricz, aristocrata húngaro-argentino foi um dos primeiros a chamar a atenção para a maravilha arqueológica; ele dizia ter descoberto uma série de túneis no Equador que contunham uma Matal library. Em julho de 1969, Moricz falou sobre seu achado ao presidente equatoriano e recebeu uma concessão que garantia para ele, Moricz, o total controle da descoberta. O explorador comprometeu-se a apresentar registros fotográficos e testemunhas idôneas para comprovar a existência dos subterrâneos.

Em 1972, Moricz teve um encontro com von Daniken no qual revelou a que a entrada secreta para os túneis ficava em um labirinto. Aparentemente, Daniken jamais viu a biblioteca em si mesma; apenas o sistema de túneis e incluiu o relato desta aventura em seu livro The gold of Gods.

 

As passagens formam ângulos retos perfeitos; as vezes são estreitas; em outros trechos, larga. As paredes são lisas e parecem ser polidas. O teto é plano e, em alguns pontos, parece vitrificado... Moricz diz que essas passagens se extendem por milhas e milhas sob o solo do Equador e do Peru.

 

Em 1976, o pesquisador escocês Stanley ("Stan") Hall se interessou pela Biblioteca. Não pôde contar com a assistência de Moricz mas encontrou Petronio Jaramillo. Jaramillo tinha estado da Biblioteca em 1946, quando tinha 17 anos, guiado por um tio que obtivera a informação da população local, os Shuar.

A biblioteca consistia em largos livros de metal, cada um pesando cerca de 20 quilos, com idogramas, figuras geométricas e outros caracteres, de escrita, impressos em um dos lados. Uma segunda bibliteca reunia pequenas tábuas de cristal polido, muito translúcido que também apresentavam incrustrações. Havia estátuas humanas e zoomórficas e portas de metal, coloridass e ornadas de pedras semi-preciosas, selando construções semelhantes a túmulos. Um sarcófago, esculpido em material também translúcido continha um esqueleto folheado a ouro de um homem de compleição física avantajada.

IN The Quest For The Metal Library - Philip Coppens

 

 

 

 

A "pedra de Newton", em Aberdeenshire, Escócia: uma serpente e os dois globos interligados. O mesmo motivo aparece na peça da antiga joalheria celta, como o brinco, à direita.

 

A Pedra Atlante da Escócia

A "Pedra de Newton" é pequena, um pilar modesto em Aberdeenshire, Escócia. Em um dos lados, meio apagada, uma escrita antiga, no outro lado, uma serpente estilizada. Muitos poderiam dizer que se trata de apenas mais uma pedra de marco escocês; entretanto, o pesquisador Stan Hall diz que "Newton" não é uma pedra comum. Antes, guarda o segredo de uma pré-história esquecida. As gravações em sua superfície mostram o nascimento do planeta Júpiter depois de um choque de corpos celestes e mostram, por extensão, que havia uma testemunha dessa catástrofe planetária, alguém que poderia não ser humano.

Sentado em seu flat a beira-mar, em Edinburgh, Stan Hall fala de sua vida como engenheiro de construção antes de uma aventura no Equador que mudou suavida para sempre. Hall sentiu-se atraído pela América do Sul pelas histórias sobre uma fantástica biblioteca mítica, a biblioteca de ouro e cristal que, conta-se, existe, escondida em um complexo de túneis subterrâneos em algum lugar do Equador.

Em 1976 ele organizou uma expedição para tentar localizar a posição dessas cavernas extraordinárias. Não conseguiu mas ficou convencido que havia encontrado a cidade perdida de Atlantis: "A palavra [Atlantis] vem de Atal e antis. Antis é o nome para os ANDES e Atal significa VELHO. A relação desse assunto com a "pedra de Newton" é complexa e envolve uma civilização do passado: a civilização Atlante.

Hall conheceu o trabalho de Juan Moricz - um húngaro que vivia no Equador e afirmava ter visitado a famosa biblioteca. Moricz acredita que a língua falada na América do Sul atualmente é corruptela do antigo mayar; a mesma linguagem poderia ser encontrada nas escritas suméria e assíria e a mesma linguagem dos Atlantes, que teriam espalhado seu idoma e cultura no Oriente depois da crise que os expulsou de seus territórios: "Depois de uma catástrofe interplanetária e cataclismos globais, a língua mayar sobreviveu nos Andes equatoriais, à esquerda do continente de Atl-Antis. Os atlantes atravessaram o Atlantico e o Pacífico para estabelecer uma federação mundial.

A leste, começando pelo Oriente Médio, os colonizadores da Atlântida deixaram sua marca entre "khatti-sars" (assírios); entre Hatti, ou hititas e, finalmente, entre os catti (cassitas). A escrita em uma das faces da "pedra de Newton" seria em língua hitita e, em última instância, mayar dos atlantes. O conteúdo do texto e os desenhos contam, então, a história de uma das catástofes que atingiram a Terra no passado: a instabilidade cósmica decorrente do choque de estrelas que originou os planetas Júpiter e saturno.

Os gregos contam que uma noite "as estrelas caíram"; as maiores civilizações históricas possuem relatos de uma grande catástrofe planetária. Entretanto, nadapode garantir que estes registros tão antigos, como a "pedra de Newton", tenham sido produzidos por humanos terráqueos. Seres de outros quadrantes do universo podem ter estado na Terra em épocas muito remotas. Os ETs teriam, então, deixado o registro dos acontecimentos que testemunharam. A Bibioteca de ouro e cristal do Equador relaciona-se com esta hipótese, da colonização da Terra por seres alienígenas. A mítica Biblioteca é uma coleção de registros feitos matéria altamente durável: metal e cristal.


IN FONTE
Out of this world solution to a Scottish standing stone - HERITAGE SCOTSMAN - publicado em 28/11/2006

por Diane Maclean
tradução: Ligia Cabús (Mahajah!ck)

 

 

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